quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Estabilidade do funcionalismo entra na mira do Senado.


A pauta conservadora a todo vapor.

Lasier: Vamos mexer com os brios de quem rende pouco. Muitos se atiram nas cordas porque se acomodam. Nossa intenção é atingir aqueles acomodados, os fantasmas e os indolentes, jamais o bom servidor” Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado


O Senado deve retomar, ainda neste semestre, uma discussão polêmica que afeta a vida de servidores públicos efetivos em todo o país: a fixação de regras para a demissão por baixo desempenho. O senador Lasier Martins (Podemos-RS) se articula para puxar da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) para o Plenário uma proposta que, na prática, flexibiliza a estabilidade do funcionalismo – tema considerado tabu no Congresso desde a Constituição de 1988.

Lasier relatou o Projeto de Lei Complementar 116/2017, aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em outubro de 2017, e busca o apoio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e dos ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e da Economia, Paulo Guedes, para viabilizar a aprovação da medida.

Pela proposta, a avaliação será feita anualmente por uma comissão e levará em conta, entre outros fatores, a produtividade e a qualidade do serviço. Poderá ser exonerado quem receber nota inferior a 30% da pontuação máxima por duas avaliações consecutivas ou tiver desempenho inferior a 50% em três das últimas cinco avaliações.

Dos 27 governadores, 19 assinaram documento em que sugerem flexibilização na demissão de servidores públicos. 
Foto: Marcelo Camargo/Abr

Para o senador, que foi um dos principais articuladores da eleição de Davi Alcolumbre, as regras são necessárias para “depurar” o serviço público e auxiliar no ajuste das contas públicas. “Vamos mexer com os brios de quem rende pouco. Muitos se atiram nas cordas porque se acomodam. Nossa intenção é atingir aqueles acomodados, os fantasmas e os indolentes, jamais o bom servidor”, afirmou o parlamentar gaúcho ao Congresso em Foco. “Vou dar um ‘ligeirão’ nele para levá-lo ao plenário. O governo também quer a qualificação do serviço público”, acrescentou. Lasier já pediu audiência com Onyx, com quem pretende abrir negociações no governo.

Tanto o relator quanto a autora do projeto, a senadora Maria do Carmo (DEM-SE), defendem uma mesma avaliação periódica de desempenho para todos os servidores públicos, sejam eles federais, estaduais ou municipais. A justificativa é de que a regulação por cada ente federativo levaria a regimes bastante diferenciados de aferição do desempenho funcional, com reflexos sobre a extensão da estabilidade.

Reunião da CCJ que aprovou, em outubro de 2017, o projeto que permite a demissão dos servidores públicos 
por "insuficiência de desempenho". Foto: Pedro França/Ag. Senado

O assunto, porém, não é pacífico. Advogados trabalhistas consultados pelo Congresso em Fococonsideram que a iniciativa só poderia partir do Executivo e que não há como uma mesma norma estabelecer critérios para a avaliação para servidores federais, estaduais e municipais. Eles entendem que cabe a governadores e prefeitos definir as regras para o funcionalismo em seus respectivos estados e municípios. Sustentam, ainda, que a demissão só pode ocorrer após esgotados todos os recursos em processo administrativo. Entidades de classe ligadas ao funcionalismo qualificaram a proposta, em audiências realizadas no Senado, como uma tentativa de desmonte do serviço público.

Movimento em outras frentes

Além do projeto de lei complementar no Senado, há outros dois movimentos em favor da flexibilização da estabilidade no serviço público: um feito pelos governadores e outro por integrantes da equipe econômica.

Em carta entregue ao presidente Jair Bolsonaro, em novembro, 19 dos 27 governadores reivindicaram, entre outras coisas, mudança na legislação para permitir que servidores efetivos sejam demitidos de maneira mais célere. A medida, segundo eles, faz-se necessária em alguns casos para que as contas públicas possam se enquadrar à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

A Constituição permite a demissão caso o limite com despesas com pessoal não seja atendido. Esse teto, fixado pela LRF, é de 49% da Receita Corrente Líquida para a União e de 60% para estados e municípios. Antes disso, porém, o governo precisa reduzir em pelo menos 20% os gastos com cargos comissionados e exonerar servidores que ainda não completaram os três anos de estágio probatório. Mas os governadores alegam que esses desligamentos costumam ser contestados na Justiça. De acordo com o Tesouro Nacional, 14 estados comprometem mais de 60% de suas receitas com a folha de pagamento.

No fim do ano passado, o então ministro do Planejamento, Esteves Colnago, entregou à equipe de transição do governo Bolsonaro um documento sugerindo instrumentos para avaliação de desempenho dos servidores. Colnago integra hoje o time de Paulo Guedes como secretário-geral adjunto da Fazenda. Para ele, é necessário "aprimorar a possibilidade de medir o desempenho dos servidores e caminhar para o processo de demissão". O Congresso em Foco questionou o ministério se há alguma proposta sobre o assunto em discussão. Mas ainda não houve retorno.

Regras de avaliação

Senadora Maria do Carmo é autora da proposta. Foto: Jonas Pereira/Ag. Senado

O projeto relatado por Lasier regulamenta o artigo 41, parágrafo primeiro, da Constituição. Esse dispositivo já determina que o servidor estável – após os três anos de estágio probatório – corre risco de perder seu posto de concursado em caso de resultado insatisfatório “mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa”. O que o texto em discussão promove é a definição de normas mais específicas para a execução de tais testes, com pontuação por desempenho.

Em seu parecer, Lasier flexibilizou a redação dada pela senadora Maria do Carmo ao, por exemplo, dobrar o período de testes a que o servidor concursado com desempenho considerado insuficiente deverá ser submetido – em vez de exame a cada seis meses, o senador propôs sabatina anual. O relator também aumentou de um para três o número de avaliadores – no primeiro texto, a tarefa cabia apenas ao chefe de departamento, situação que poderia suscitar casos de perseguição.

De acordo com a proposta aprovada pela CCJ, essa banca examinadora passaria a contar com um profissional de nível e setor equivalentes ao do servidor examinado e outro do departamento de recursos humanos. “A avaliação será feita anualmente por uma comissão de três pessoas. Se o servidor tirar nota inferior a 3, ele ainda terá uma segunda chance. Se, em cinco anos, não tirar nota 5, também passará por processo de exoneração. Ele tem de ser eficiente”, defende Lasier.

Proteção constitucional

A estabilidade foi incluída na Constituição para proteger o funcionário público de demissões arbitrárias e ilegais, sobretudo, com as mudanças de governo. O texto constitucional estabelece que o servidor público estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado, mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa; por meio de procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma da lei complementar, assegurada a ampla defesa.

No processo administrativo disciplinar, a demissão é a penalidade mais grave e pode ser aplicada àquele que praticou uma falta gravíssima, cuja ação ou omissão causou prejuízo elevado ao órgão público, como em caso de corrupção, por exemplo.

De acordo com o substitutivo, a apuração do desempenho do funcionalismo deverá ser feita entre 1º de maio de um ano e 30 de abril do ano seguinte. Produtividade e qualidade serão os fatores avaliativos fixos, associados a outros cinco fatores variáveis, escolhidos em função das principais atividades exercidas pelo servidor no período. Estão listados, entre outros, “inovação, responsabilidade, capacidade de iniciativa, foco no usuário/cidadão”. Depois da CAS, outras duas comissões precisam analisar o projeto antes de ele chegar ao plenário caso Lasier Martins não consiga abreviar a tramitação.


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

22 de Março é dia de mobilização e luta contra a Reforma da Previdência.


Decisão foi tomada nesta terça em reunião da CUT e outras nove centrais sindicais. Para Vagner Freitas, sindicatos têm de derrubar o discurso do governo Bolsonaro e mostrar que reforma é ruim para o trabalhador.

Por: Rosely Rocha/CUT-Brasil

A CUT, Força Sindical, CTB, UGT, CSB, intersindical Luta e Organização, CSP-Conlutas, Intersindical-Central da Classe Trabalhadora, CGTB e NCST decidiriam, em reunião nesta terça-feira (26), em São Paulo, realizar, em 22 de março, um Dia Nacional de Luta e Mobilização em Defesa da Previdência. A mobilização, segundo os sindicalistas, é um aquecimento rumo a uma greve geral em defesa das aposentadorias.

Na avaliação dos dirigentes, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 06/2019) que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) entregou ao Congresso Nacional na semana passada é muito pior do que a do ilegítimo Michel Temer (MDB), derrubada pelos trabalhadores e trabalhadoras depois da maior greve geral da história, em abril de 2017.

A PEC da reforma de Bolsonaro dificulta o acesso e reduz o valor dos benefícios ao estabelecer a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos para os homens, 62 para as mulheres e aumenta o tempo de contribuição de 15 para 20 anos, além de retirar da Constituição o sistema de Seguridade Social brasileiro.  

“Todos são prejudicados, os que já estão e os vão entrar no mercado de trabalho, os aposentados e os que estão prestes a se aposentar”, diz o presidente da CUT, Vagner Freitas, reforçando que é preciso fazer uma grande manifestação para barrar a aprovação desta reforma"

A única saída é o enfrentamento- Vagner Freitas

Além do dia de mobilização, as entidades decidiram aumentar a pressão junto aos parlamentares, seja em suas bases ou nos aeroportos, em todos os locais onde eles circulem para que todos saibam que se “votar, não volta”.

A CUT e demais centrais deverão se reunir também com os movimentos sociais, lideranças partidárias e religiosas, estudantes e mulheres para deliberar uma forma conjunta de luta contra o fim da aposentadoria.

Os sindicalistas também endossaram o apoio ao 8 de março, Dia Internacional da Mulher, para mostrar as trabalhadoras que elas são as mais prejudicados com a reforma da previdência.

Pelas regras atuais, uma mulher de 55 anos e com 25 anos de contribuição teria de trabalhar mais cinco anos para se aposentar por idade e conseguir receber o benefício integral. Ou seja, estaria aposentada aos 60 anos e com 30 anos de contribuição.

Mas, a reforma de Bolsonaro, além de impor a idade mínima de 62 anos tem regras de transição duríssimas. Se o Congresso aprovar a PEC, essa mesma mulher terá de trabalhar mais sete anos (55 + 7 = 62) para se aposentar por idade. Ainda assim, ela só chegaria a 32 anos de contribuição (25 + 7 = 32) e não se aposentaria com o benefício integral, que, pelas novas regras, vai exigir, no mínimo, 40 anos de contribuição.


terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Câmara de Vereadores de Canapi aprova por unanimidade Lei Municipal que regulamentou o novo piso salarial nacional dos ACS e ACE.


Aprovação se deu com retroativo a Janeiro e contou com a presença do Diretor Regional do SINDACS-AL Mario Junior.

Por: Ascom/SINDACS-AL

A Câmara Municipal de Vereadores de Canapi aprovou por unanimidade na manhã desta terça-feira (26) o projeto de lei que regulamentou o novo piso salarial nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e de Combate as Endemias (ACE)  de R$: 1.250,00 (Mil duzentos e cinquenta reais conforme estabelecido pela Lei Federal nº 13.708/2018.

A aprovação seu deu com retroativo a Janeiro e contou com a presença do Diretor Regional do SINDACS-AL Mario Junior, além de vários ACS e ACE.

O projeto agora segue para sanção do prefeito Vinicius Lima.



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

A CONQUISTA DO VOTO FEMININO

Há exatos 87 anos as mulheres brasileiras conquistavam o direito ao voto, por meio do Decreto nº 21.076, de 24 de fevereiro de 1932, que instituiu o Código Eleitoral Brasileiro, resultado da luta de mulheres e movimentos sufragistas, que começaram antes mesmo da proclamação da República, e resultaram em uma intensa campanha nacional pelo direito das mulheres votarem e serem votadas. Entretanto, o texto inicialmente aprovado permitia o voto somente às mulheres casadas e que tivessem a autorização dos maridos, e às viúvas e solteiras que tivessem renda própria.

Demoraria mais dois anos, apenas com a Constituição de 1934, para que as restrições ao voto feminino fossem eliminadas do Código Eleitoral, embora o voto permanecesse facultativo às mulheres e a obrigatório exclusivamente aos homens. Foi apenas na Carta Magna de 1946 que houve a equiparação dos votos feminino e masculino.

Em 2018, as mulheres brasileiras, que representam 52% do eleitorado no País, protagonizaram um importante movimento contra o avanço das pautas conservadoras e o facismo, realizando dois grandes atos nacionais, sob o mote #EleNão. Às vésperas do 8 de março de 2019, dia internacional de luta das mulheres, quando acontecerão os primeiros atos de rua após a posse de Bolsonaro e do atual Congresso Nacional - ainda mais conservador e comprometido em atacar os direitos das mulheres -, é importante refletir sobre o quanto a cidadania plena feminina ainda não está consolidada. 

"Nunca se esqueça  que basta uma crise política, econômica e religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados." (Simone de Beauvoir)

Fonte: Eduardo Suplicy - Vereador PT/SP

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Diretor Regional do SINDACS-AL Mario Junior pauta direitos dos ACS e ACE durante reunião com prefeito de Água Branca.

José Carlos garantiu para esse mês o pagamento do novo piso salarial nacional da categoria com retroativo a Janeiro e revisão das porcentagens do adicional insalubridade.

Por: Ascom/SINDACS-AL

Em reunião com representantes dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e de Combate as Endemias (ACE) sob a liderança do Diretor Regional do SINDACS-AL Mario Junior realizada neste sábado (23), o prefeito do município de Água Branca José Carlos se comprometeu a efetuar o pagamento do novo piso salarial nacional da categoria ainda este mês com retroativo a Janeiro, bem como rever a porcentagem paga de adicional insalubridade que hoje é de 5%, 10% e 20%, distribuídos em graus; mínimo, médio e máximo, respectivamente, passando para 10%, 20% e 40% como já ocorre em vários municípios do estado, a exemplo do município vizinho de Inhapi.

A reunião foi bastante proveitosa, coube então ao Diretor Mario Junior agradecer a todos os presentes, em especial ao Prefeito José Carlos pela disponibilidade e sensibilidade para com as reivindicações da categoria.



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Diretor Regional do SINDACS-AL Edinho Pereira defende direitos dos ACS e ACE em posição de destaque na mesa diretora da Câmara Municipal de Vereadores de Major Isidoro.


Dirigente sindical ainda conseguiu aprovação pela Câmara Municipal de Vereadores de uma indicação de sua autoria visando homenagear um ex-diretor do SINDACS-AL (In Memória) nomeando o Projeto de Lei Municipal que regulamentou o novo piso salarial nacional dos ACS e ACE.

Por: Ascom/SINDACS-AL

O dia foi de homenagem e conquistas para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e de Combate as Endemias (ACE) na Câmara Municipal de Vereadores do município de Major Isidoro nesta quinta-feira (21), isso em grande parte, graças ao Diretor Regional do SINDACS-AL Edinho Pereira, convidados de honra dos vereadores a mesa diretora da Câmara, de onde discursou em defesa dos direitos da categoria, em especial da aprovação do Projeto de Lei Municipal que regulamenta o novo piso salarial da categoria em R$: 1.250,00 (Mil duzentos e cinquenta reais) retroativo a Janeiro/2019 já escalonado em R$: 1.400,00 para 1º de Janeiro de 2020 e R$: 1.550,00 a partir de 1º de Janeiro de 2021, conforme estabelecido pela Lei Federal nº 13.708/2018.

Projeto esse que foi aprovado por unanimidade entre os vereadores presentes e de uma forma bastante especial, pois atendendo a uma indicação do convidado de honra (Edinho) através do Vereador ACS Nildo Félix, o projeto recebeu o nome do ex-diretor do SINDACS-AL Cícero Firmino (In Memória). Uma homenagem mais que justa a quem tanto lutou pelos direitos dos ACS e ACE, mas principalmente por uma saúde digna, igualitária e acessível para todos.

Durante seu pronunciamento, Edinho ainda defendeu que os Agentes não trazem gastos abusivos para gestão, muito pelo contrário, provocam uma economia dinâmica por trazer informações que se direcionam a necessidades dos serviços de saúde, assistência social, educação e outros.

E dando continuidade, também aproveitou da oportunidade para solicitar da atual gestão do município a inclusão das Leis dos ACS 11.350 e 12.994, e a Emenda Constitucional 51 no Regime Jurídico Municipal, bem como para pedir a criação de uma frente parlamentar da saúde objetivando a aproximação dos vereadores da gestão da saúde dos trabalhadores e dos usuários, para que deste modo, possam conduzir melhor sua atuação parlamentar para uma saúde de qualidade, e até mesmo o fortalecimento da busca por mais recursos para saúde junto aos deputados e Ministério da Saúde.

Edinho então finalizou pedindo a inclusão de formação continuada e ajuda de custo para os ACS e ACE que realizam serviços distantes de seu local de trabalho. E concluiu: “Agradeço a todos os vereadores pelo espaço de fala, mas principalmente, pela unanimidade dos votos pela lei Cícero Firmino.







Presidente do SINDACS/AL vai ao TJ/AL acompanhar o processo de pagamento da ação judicial da NOVA SOCIEDADE.


Fernando Cândido conversou com o chefe do setor de precatórios que garantiu o pagamento até o mês de Abril, aproximadamente.


Por: Ascom/SINDACS-AL


O Presidente do SINDACS-AL Fernando Cândido esteve pessoalmente na manhã desta quinta-feira (21) no setor de precatórios do Tribunal de Justiça de Alagoas para acompanhar o processo de pagamento da ação judicial da NOVA SOCIEDADE movida pelo sindicato.

O TJ/AL é responsável de estabelecer a ordem cronológica de pagamento dos precatórios da União, do Estado e dos Municípios. Na ocasião foi reafirmado pelo referido setor de pagamento, que até Abril aproximadamente, será emitida a autorização de pagamento dos precatórios da ação da NOVA SOCIEDADE.
 
O Chefe do setor lembrou ainda, a possibilidade da ordem cronológica de pagamento ser alterada em função das prioridades.

“Após o Carnaval voltaremos ao Tribunal de Justiça de Alagoas, para acompanhar esse processo de pagamento” - Afirma Fernando.