O Sindacs-AL segue firme na linha de frente para garantir que os direitos dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias sejam respeitados e ampliados. Em Maragogi, o vice-presidente, Alex Silva, apresentou uma lista de reivindicações que impactam diretamente o bolso e a carreira do trabalhador para a secretária municipal de Saúde, Sônia Moura.
Entre os pontos de maior urgência está o pedido de restituição da perda do Imposto de Renda no IFA (Incentivo Financeiro Adicional). O sindicato sustenta que nenhum município descontou o valor conforme a Lei 810/2023, o que exige uma correção imediata. Além disso, a entidade luta pela fixação do novo piso salarial de R$ 3.250,00 como início de tabela, garantindo um patamar digno para quem cuida da saúde da população nos municípios.
A valorização profissional também passa pela atualização do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV). O Sindacs-AL exige a migração do pessoal de 2014 para o regime de PCCV (Lei 806/23) e a cobrança da linha vertical para técnicos, assegurando que o tempo de serviço e a qualificação se traduzam em evolução salarial.
"Nosso papel é garantir reconhecimento real no contracheque dos ACS e ACE. Estamos cobrando a aplicação rigorosa das Leis 810/2023 e 806/2023, desde a restituição do IFA até a inclusão definitiva da sigla 'Técnico' em nossa legislação", afirmou Alex.
Durante o encontro com os agentes, também aconteceu a cerimônia dos formandos do curso técnico de 2025 e os rateios de incentivo de qualidade (Saúde 360 e PQAVS), essenciais para premiar o desempenho das equipes.
